Se você acha que é Java você está enganado. Java continua sim sendo a preferência de muitas empresas na criação de novos sistemas, e até mesmo migrações, contudo é o COBOL que leva este prêmio.

Extremamente eficiente e vital, o COBOL esta presente hoje, em cerca de 90% dos sistemas comerciais. Ele domina novas tecnologias e oferece ao mercado soluções modernas e eficientes, telas gráficas, integração com Banco de dados relacionais e não relacionais com windows nas suas diversas versões, ODBC, cliente/sevidor, portabilidade entre mais de 600 plataformas, disposto e preparado para os desafios da era “internet”, como o e-business.

Sólido e moderno, o COBOL é surpreendente. Hoje em dia ele possui vertentes que possibilitam a cosntrução de sites, home-pages, e mais, é a ferramenta ideal para gerenciar as informações obtidas em formulários, dando segurança para a plataforma de dados. Com isso, as teses que apostavam na extinção do COBOL foram extintas e não o COBOL.

A razão mais importante é que o COBOL tem futuro, diferente de linguagens que são lançadas no mercado e, de repente, saem de moda ou morrem, ocasionando prejuízos de milhões às organizações e uma grande perda de profissionais.
Mas afinal, o que faz o COBOL ser tão estupendo? Abaixo estão definidos alguns argumentos chaves:


- está em todas as partes do mundo sendo uma linguagem de muita experiência;
- é sólido;
- atende todas as diversas necessidades de processamento de dados;
- atende as necessidades empresariais;
- documenta-se a si mesmo e é de fácil aprendizagem;
- é de fácil manutenção;
- é portável para diversas plataformas;
- é ensinado em todo mundo;
- proporciona possibilidades modernas.


Sabe aquela sua fatura do Cartão de Crédito? É muito provável que ela tenha sido emitida por um programa em linguagem COBOL. O mesmo vale para o extrato de sua conta corrente, conta telefônica, conta de Água, etc.
Há até um ditado sobre isso: “Não sei quando vou morrer, mas sei que, provavelmente, minha Certidão de Óbito será emitida por um programa COBOL!”. Há um certo exagero na frase, mas reflete a longevidade e o amplo uso desta linguagem de programação, criada em 1959.


PS: Texto enviado por Kauê William de Souza e revisado por William Novasky


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